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O futuro da mobilidade não deveria ser uma disputa entre motores
Nos últimos meses acompanhei, com certa curiosidade, as sucessivas paradas na produção do Fiat 500e em Mirafiori, reflexo direto da demanda fraca no mercado europeu. Ao mesmo tempo, a Stellantis fez algo revelador: levou para a mesma fábrica uma versão híbrida do Cinquecento, cuja produção arrancou em novembro de 2025, com meta de superar 100 mil unidades por ano assim que atingir capacidade plena. Para quem vê o Fiat 500 como bem mais que um automóvel comum, essa mudança ped

Serginho
16 de jul.4 min de leitura
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